Nossas universidades gratuitas estão apinhadas de gente que poderia pagar para estudar. Para quem não pode pagar, restam as universidades pagas.

Consertar esse sistema, de qualquer forma, não é um trabalho do dia para a noite, nem de uma década para outra. Talvez leve gerações até que ensino superior gratuito deixe de ser um serviço do Estado feito sob medida para o topo da pirâmide.

Enquanto isso não acontece, porém, vale hackear esse sistema. É o que o pessoal do Instituto Gauss tem feito. Eles realizam processos seletivos entre estudantes da rede pública, com testes de lógica e interpretação de texto, que medem mais o potencial do que o conhecimento adquirido. Quem passa, recebe uma bolsa para estudar ou numa escola de nível médio de primeira linha ou fazer um bom cursinho. Além de bancar as bolsas, eles contam com uma rede de voluntários que acompanha cada um dos estudantes mais de perto, no papel de “mentores”.

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